José Augusto Pacheco
Curriculum: How to Reject Standardization and Build Diversity


Can we still think of educational curricula within the notion that we must point out which knowledge is the most valuable? 

How can the curriculum be democratic, critical, and non-standardizing? How can we rethink the curriculum as a generator of new viewpoints at the school? And that it should not be a standardizing mechanism to define what should be taught and learned in different territories?

The answer is given by Portuguese scholar José Augusto Pacheco, professor at the Department of Curricular Studies and Educational Technology and researcher at the Center for Research in Education, both at the University of Minho.

Pacheco has an extensive scientific production – including articles in national and international journals and books. He has coordinated several national and international research projects. He has collaborated with higher education institutions in Portuguese-speaking countries, especially Brazil, Cape Verde, Mozambique, and Timor-Leste. He is a member of the advisory board of the Organization of Ibero-American States for Education, Science and Culture.

Recently, he participated in the production of the UNESCO Report “Reimagining our futures together: A new social contract for education”. The topic of the future of education also comes up in our conversation.


Ainda podemos pensar currículos educacionais dentro de uma noção que devemos apontar qual conhecimento é o mais valioso?

Como o currículo pode ser democrático, crítico e não uniformizante? Como podemos repensar o currículo como gerador de novos olhares sobre a escola? E que ele não seja padronizador do que se deve ensinar e aprender em diferentes territórios?

Quem responde a essas questões é o pesquisador português José Augusto Pacheco, professor catedrático do Departamento de Estudos Curriculares e Tecnologia Educativa e Investigador do Centro de Investigação em Educação, ambos da Universidade do Minho.

Pacheco tem uma ampla produção científica – incluindo artigos em revistas nacionais e internacionais e livros. Coordenou vários projetos de investigação nacionais e internacionais. Tem colaborado com instituições de ensino superior em países de língua oficial portuguesa, sobretudo Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Timor-Leste. É membro do conselho consultivo da organização de estados ibero-americanos para a educação, a ciência e a cultura.

Recentemente, participou da construção do Relatório da UNESCO “Reimagining our futures together: A new social contract for education”. O tema do futuro da educação, por sua vez, também aparece na nossa conversa.