End of Eduquê Season 1 – What have we learned so far?
Andressa Pellanda & Rui da Silva
In the last episode of the year, our hosts Andressa Pellanda and Rui da Silva review the year of Eduquê.
In an uplifting conversation, we get to know Andressa’s and Rui’s highlights of the season, as well as our plans for 2022.
To our dear listeners, our many thanks for following us in the path of making the first Portuguese version of FreshEd podcast and the first podcast of the Brazilian Campaign for the Right to Education. See you next year!
No último episódio de 2021, nossos apresentadores Andressa Pellanda e Rui da Silva repassam o ano do Eduquê.
Em uma conversa mais solta, podemos saber os momentos mais marcantes de vários episódios para Andressa e Rui, além dos planos para 2022.
A queridas e queridos ouvintes, expressamos nosso profundo agradecimento por nos acompanhar na trajetória do primeiro podcast da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e da primeira versão em português do podcast internacional FreshEd, de Will Brehm. Até o ano que vem!
ANDRESSA PELLANDA: Esse é o Eduquê, podcast em português que promove a partilha de conhecimento qualificado por ativistas e acadêmicos sobre questões atuais da educação.
Eu sou Andressa Pellanda, coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, do Brasil.
RUI DA SILVA: E eu sou Rui da Silva, pesquisador e presidente da direção do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, Portugal. Hoje vamos recapitular os principais momentos do nosso Eduquê em 2021. Vamos lá Andressa?
ANDRESSA PELLANDA: Vamos lá, Rui, esse será um episódio final diferente. A gente vai falar só nós dois aqui hoje. Até sinto falta de um convidado para começar a fazer perguntas. A gente vai ter que se virar nos 30 e estou animada!
RUI DA SILVA: Também estou bastante animado. Para fazermos então este balanço do nosso primeiro ano do Eduquê… Falamos com convidados que estavam em países como o Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e França.
ANDRESSA PELLANDA: E a gente tratou de vários assuntos. O direito à educação em contextos extremos, Moçambique que passou por várias situações de emergência climática e de terrorismo, e avanço da privatização da educação na América Latina e do Caribe em escala mundial, desafios para a regulação da atuação do setor privado. Mas falamos muito sobre direitos digitais, Big Techs, que é um dos temas da vez no Brasil e no mundo. A gente trouxe uma convidada brasileira, mas que tem essa perspectiva também global. A gente teve os 100 anos de Paulo Freire o nosso podcast não passou sem olhar para isso, obviamente, com convidados ilustres, pessoas que conheceram, conviveram e estudaram e seguem vivendo a obra de Paulo Freire. Mas falamos também sobre a qualidade da escola pública como resposta positiva à pandemia, e currículo, e o direito à educação em Guiné-Bissau e nesses outros países. Então foi um ano cheio de conversas sobre grandes temas da educação e todos imersos no contexto que a gente está vivendo que é um contexto desafiador, né.
RUI DA SILVA: É verdade, este contexto desafiador, e eu acho que dos episódios que nós lançamos este ano é no nosso podcast Eduquê… E eu acho que destacaria três episódios. Destacaria, digamos que foram os que foram os meus favoritos… Eu destacaria o do Sérgio Haddad, sobre o “Educador”. Ele nos deu a conhecer aspectos da vida de Paulo Freire. Por exemplo, eu não conhecia não e outros aspectos mais mais pessoais.
ANDRESSA PELLANDA: É como se a gente fosse íntimos agora.
RUI DA SILVA: Exato. Nós tínhamos esta conversa. Ele usou um olhar mais íntimo sobre o outro lado do Paulo. Eu destacaria também, se calhar, o episódio da Isabel da Silva, sobre Moçambique, foi o nosso primeiro episódio, e eu acho que foi uma boa abertura quando nos lançou algo para o contexto de Moçambique. A questão dos desafios da educação num país que enfrenta um conflito no Norte do país, e também está a enfrentar uma resposta aos desafios do furacão… E por fim eu destacaria muito mais enquanto o meu perfil, não é, e quando falo em termos mais acadêmicos e termos de investigação acho que foi muito interessante o episódio da Marina Avelar, porque nos traz o outro lado da discussão em vez de estarmos a falar só sobre privatização da educação. O foco foi por que é que a educação pública funciona, e dá nos exemplos onde a educação pública e o investimento público em educação, com exemplos de várias partes do mundo, de África a América Latina. Como este investimento na educação pública funciona, a educação pública funciona, e portanto esta ideia do senso comum que o privado gere melhor, tem melhores resultados, não é, o estudo que ela nos apresentou mostra que isso não é verdade. É contextual, depende. E a educação pública de facto funciona. E tu, Andressa, o que é que gostaria de destacar dos nossos episódios deste ano de 2021.
ANDRESSA PELLANDA: Ah, eu gostei muito do Sérgio Haddad. Como você falou, ele traz a obra a biografia do Paulo Freire, o “Educador” não só pelo título mas também por essa questão que você já trouxe, que torna a gente mais íntimo, a gente conhece mais um pouco das motivações pessoais da vinda do Paulo Freire, trazendo também um contexto muito atual. Mas eu gostei particularmente também do meu lugar. Isso é a diversidade do nosso podcast, de ativista da educação, gostei muito de ouvir e conhecer melhor sobre os países, os ativistas de países que foram convidados… Você já mencionou a Isabel, com ênfases muito importantes e aprendizados que ela trouxe para a gente em relação a Moçambique, que enfrenta uma série de desafios sobrepostos na área da educação e a gente conhece o trabalho um pouco que eles fazem em Moçambique através da Rede Lusófona, mas não tão a fundo quanto podemos conhecer. No podcast, então paro para ouvir sobre Moçambique, sobre os desafios e como eles enfrentam isso. O próprio Vitor Barbosa também, que trouxe cenários de Angola, também da Educação de Jovens e Adultos, trazendo Paulo Freire nessa perspectiva, mas fazendo essa conjuntura a própria situação do país na educação e também do movimento de Angola pelo Direito à Educação. E aí acho que foi muito surpreendente para mim, foi um dos maiores aprendizados com o Miguel, da Guiné-Bissau. Eu não conhecia o Miguel apesar dele ser muito conhecido no Brasil e no mundo. Eu não conhecia e foi muito gratificante poder conhecer e entender também da história de Guiné-Bissau que é uma história riquíssima e muito interessante da perspectiva da luta popular pela garantia de direitos e também dos processos atuais de colonização que se tenta colocar de interferências de organismos internacionais na diretriz de políticas dos países. Para mim, também foi muito interessante em termos acadêmicos porque pesquiso a situação global dos atores e desses regimes da educação. É olhar para essa perspectiva do, doméstico para o global, para esses organismos multilaterais. Foi muito interessante também para compreender como eles passam a atuar e trazem também questões muito prejudiciais e de interferência internacional em questões domésticas que precisariam de um suporte muito mais forte nacional. E a gente sempre defende isso aqui no Brasil, de a gente poder fazer nossas políticas a partir de baixo para cima e de forma horizontal, participativa, democrática com os sujeitos da educação, claro, não deixando de lado o aprendizado e as questões internacionais outros atores mais a partir dos nossos movimentos da nossa comunidade educacional, como também é o movimento que Guiné-Bissau faz muito, apesar de ter uma interferência forte de atores globais. Então, isso foi um dos que eu mais aprendi, assim em termos de impacto. Rui, eu queria conversar também e falar um pouquinho para os nossos ouvintes sobre o que a gente aprendeu enquanto apresentadores e os outros produtores aqui também do podcast que é a primeira vez que eu apresento um podcast como você falou.
ANDRESSA PELLANDA: Eu sou faladeira desde criança. As pessoas sempre falam que eu falo bastante. Quando eu era criança eu até sofria brincadeiras falavam que eu era vitrola estragada, porque eu falava muito. E apesar disso é um desafio porque é um formato específico, tem um público específico, tem todo um processo de diálogo com quem está sendo convidado para o nosso podcast, e tem toda a parte técnica. A gente está aqui nesses microfones bonitos, diferentes que também a gente teve que aprender a usar, os nossos ouvintes não ouvem essa parte porque ela é editada mas no começo do podcast a gente faz uma palminhas pra começar então um-dois-três para a gente poder começar ao mesmo tempo e poder facilitar a edição do podcast. E as pessoas acham que é muito trivial. Às vezes, no podcast porque ele está numa profusão no mundo e sendo muito utilizado, mas na verdade isso é que chega para o ouvinte depende do trabalho de várias pessoas de prospecção desde o contato com entrevistado até toda a parte de gravação. A parte de produção, de um roteiro, de edição, e enfim toda a parte também de subir no ar e fazer todo esse sistema funcionar. Então essa parte do iceberg que fica embaixo da água também é muito interessante da gente falar considerando que a gente é um podcast de educação e também pode fazer uma comunicação aqui na nossa discussão.
RUI DA SILVA: Exato. Foi uma aprendizagem muito grande e acho que todos nós temos este salto grande. Temos que dar um salto grande de aprendizagem e os nossos ouvintes podem ver no nos créditos. Há uma equipa grande do Eduquê, do que por exemplo estamos aqui a gravar o Renan e a Mari estão aqui apoiar a parte mais técnica, mas também temos o José, temos às vezes nossos cachorros que aparecem. Temos os nossos gatos que aparecem. Temos os nossos enganos e estamos a ler a introdução. Estamos apresentando o estado e temos que repetir a gravação como é óbvio vocês não ouvem. Tem por exemplo muitas vezes eu mesmo e a minha cadeira faz um barulho e estraga a gravação. Já tentei várias soluções, mas não ainda não consegui resolver. Eu acho que agora acabou de fazer um barulho e portanto foi esse longo processo de aprendizagem. E como vocês também não sabem mas, por exemplo, durante o nosso agendamento durante este ano. Driblava outros convidados, mas que infelizmente por uma outra razão por uma outra razão não puderam estar conosco. E tentamos também cumprir este lançamento mensal de um novo episódio, e se junta a todas as outras nossas tarefas. Às vezes é pesado, mas é um grande prazer e para mim também como uma novidade, nunca tinha apresentado um programa e nunca tinha lidado com os microfones mais sofisticados e tem sido uma experiência muito boa. E também, é obrigado a Andressa na altura que estamos a discutir podcasts, por ter desafiado com a apresentação e nós dois em conjunto. E como é óbvio acho que devemos também um agradecimento grande ao FreshEd. Foi através deste contato com o FreshEd e com tudo que nos passou todo o know-how e também que conseguiu algum financiamento para que conseguíssemos ter esta qualidade. Não é preciso ser modesto, não é, esta qualidade de produção, de pós produção, e conseguirmos construir este projeto.
ANDRESSA PELLANDA: E eu acho que a qualidade ela passa também pelo desafio, é que a gente soube trazer convidadas/os do mundo inteiro, e a esse desafio ele passa não só pela questão muito técnica e prática de marcar reuniões em horários adversos para todos e todas nós. Às vezes acordamos cedo. Que bom que o podcast é só ouvido porque minha cara às vezes de madrugada praticamente era uma cara de sono, mas que a gente sempre acorda para fazer o podcast com muito prazer. Acho que não teve um dia que eu não vim gravar aqui. Aprendi muito e saio muito contente com o que a gente estava fazendo, que a gente estava aprendendo. E passa também pelo desafio de diferentes sotaques ou assuntos que são trazidos, e acho que isso também foi uma das questões que eu convoquei bastante que o Rui fosse apresentador também para a gente ter uma diversidade na própria apresentação sobre os portugueses, que a gente fala diferente em cada um dos lugares do mundo. Eu acho que isso é uma questão que só o podcast Eduquê tem, dos que eu conheço, e acho que traz uma grande diversidade. A gente teve até um portunhol falado por uma francesa e com o episódio riquíssimo também. Eu acho que a gente conseguiu também avançar nesse aspecto, e para o ano que vem a gente está cheio de ideias, não é, Rui?
RUI DA SILVA: E com o próximo ano estamos cheios de ideias e queremos continuar a trazer esta diversidade de olhares e ouvir as vozes das pessoas que trabalham na prática e na academia… É tentando fazer esta ponte. E no próximo ano estamos a pensar de trazer outras perspetivas ao ouvirmos alternativas no campo da educação. Se calhar podemos passar pelos vários continentes como nós já referimos no início, e para quem fala e ouve língua portuguesa, não é o caso, como Andressa diz, teremos uma convidada da França que falou um portunhol, para falar sobre os Princípios de Abidjan e o direito à educação e neste próximo ano pretendemos continuar esta saga e o nosso foco serão as alternativas. Andressa, não sei se queres dar já alguns exemplos dos nossos planos…
ANDRESSA PELLANDA: Sim, então aqui no Brasil a gente está numa perspectiva muito forte de trabalho com povos tradicionais, povos e populações tradicionais. Então a gente gostaria muito de trazer populações quilombolas, que é uma palavra que a gente nunca consegue traduzir para outras línguas e nem acho que alguns falantes da língua portuguesa conhecem essa palavra, que são populações descendentes de escravos e que se aqui aquilombam, então vivem em comunidades de luta a resistência do povo negro com uma cultura riquíssima e própria. Então a gente tem feito um trabalho muito forte de conhecer a educação dessa população, trabalhos em parceria também com a Conaq, que é a organização que reúne os povos quilombolas do Brasil. Então, por exemplo, é um spoiler aí que a gente está dando sobre uma das perspectivas que a gente quer trazer. Então, quilombolas indígenas, outras populações tradicionais, vamos convidá-los para virem conversar aqui, não só pesquisadores como os próprios sujeitos de direito, os próprios representantes de algumas dessas comunidades.
RUI DA SILVA: Exato, e tentando sempre cruzar com a investigação científica sobre essas outras de diferentes perspectivas, que é o nosso compromisso, este nosso olhar que tentamos trazer cá, para os nossos ouvintes, esta diversidade, esta mistura entre produção acadêmica e a prática do dia a dia de educadores e de comunidades.
ANDRESSA PELLANDA: A gente tem então também ideias para outros convidados internacionais. Falei um pouco do Brasil, mas ressurge também outras ideias de convidados internacionais. Agora, a gente tem um trabalho muito mais próximo de São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, que são dois países que integram a Rede Lusófona pelo Direito à Educação. Eles estão voltando a participar das nossas atividades mais recentemente, então vai ser também super interessante conhecer o trabalho de um país de de língua oficial portuguesa no continente asiático. Compreender também como essa questão transpassa os trabalhos e a realidade da educação nesses países… Então essa diversidade vai estar presente também nas regiões, nas perspectivas de trabalho de vários lugares do globo, não só nos territórios e mais locais que a gente está discutindo.
RUI DA SILVA: Exato, portanto são todos os nossos planos – não nossos, só meu e da Andressa, mas de toda a equipa – convido vos a ir ao site, da secção da equipa, e verem qual a nossa equipa. Gostaríamos também que tem sugestões para episódios, para convidados que nos façam chegar, essa informação que nós teremos todo o gosto em receber o vosso feedback e as vossas sugestões, e trataremos delas com o maior carinho possível e tentaremos abordá-las nestes nossos episódios com construção. Vamos tentar então o que os nossos ouvintes dizem. Também participe desta construção.
ANDRESSA PELLANDA: E como educação é a apropriação de cultura, a gente vai trazer diversas culturas. Aqui vai uma das nossas vontades, eu já vou deixar aí o desafio ao vivo que seria muito interessante se a gente pudesse trazer alguém para conversar que seja do Museu da Língua Portuguesa que tem aqui em São Paulo, que foi o museu que pegou fogo por conta de falta de investimentos, em infraestrutura, um acidente que aconteceu, e que ele foi reinaugurado. E a gente tem muito interesse em compreender também o que o Museu da Língua Portuguesa traz sobre a nossa língua. E já tenho alguns contatos e vamos ver se a gente consegue fazer uma conversa com alguém do museu e fazer alguma parceria para que a gente possa trazer também, mas do aprendizado do Museu da Língua Portuguesa para aqui no podcast. Então, educação, cultura, luta, pesquisa de várias partes do mundo, de vários olhares e o que você vai continuar encontrando aqui no podcast, do que é neste ano que já encontrou um pouco e no próximo ano também.
RUI DA SILVA: Exato, e como já perceberam se querem spoilers e enviar e-mails, Andressa, não enviarem para mim que estou aqui a controlar bastante para não dar muitos spoilers. E a Andressa conseguiu já lançar pelo menos, que eu tenha conseguido tomar nota, dois deles, e portanto quem não conseguir aguentar a produção dos episódios para 2022, quem tiver mesmo muito ansioso para ver quais são os temas se calhar se contactarem a Andressa vão conseguir mais uns spoilers, não é.
ANDRESSA PELLANDA: Não me aguento de animação, Rui! E é bom porque daí deixa a gente com um compromisso publicado de fazer isso acontecer. Então se não der certo, nos desculpem, na verdade, me desculpem porque eu estou aqui dando spoilers antes da hora, mas é bom dar uns spoilers as pessoas querem ouvir depois, elas ficam curiosas… Eu tô animada.
RUI DA SILVA: Até por isso que tomei outro lado positivo de sermos dois e termos um temos personalidades bastante diferentes, além dos sotaques e conseguimos também nos complementar de algo muito mais controlado em termos de spoilers e muito mais à vontade e a partilhar.
ANDRESSA PELLANDA: Eu ia falar que eu segurei alguns, mas eu estou tentando lembrar outros que eu não falei, que eu não lembro. Então eu não segurei porque eu quis. Eu segurei porque a falta de memória está constante e aí eu queria deixar o agradecimento enorme aos nossos ouvintes primeiramente que acompanharam o podcast do que essa empreitada essa aventura que a gente está fazendo aqui que é um dos trabalhos que eu fiz com maior prazer esse ano, que eu aprendi demais e que eu espero que tenha vida longa. Queria também deixar o agradecimento ao Rui, que dividiu esse desafio aqui de apresentar junto comigo e especialmente a Mari, ao Renan e ao José, todas as pessoas que fizeram parte dessa produção aqui. Sem eles a gente não teria esse podcast de pé, e que dão toda sustentação para que isso acontecesse. Então espero que a gente possa continuar no que vem cumprindo com os spoilers que eu dei e que a gente continue aqui nos divertindo, trazendo cultura e também trazendo muita luta para esse momento desafiador que vivemos no Brasil e também no mundo para a nossa educação. São os desejos para 2022 que já está logo aí.
RUI DA SILVA: Eu faço das tuas palavras as minhas, de fato. Agradecer bastante esta parceria. Temos aprofundado para os nossos ouvintes que esse bocado de falar vira mais um spoiler, mas interno: que toda a equipa produz este podcasts… Nunca estivemos todos juntos, não é, o que nos encontramos sempre em espaço virtual. Então um agradecimento à ti, Andressa, por esta oportunidade. Vamos para frente desta parceria, mas também muito obrigado ao Renan, Mariana e ao José, e toda a gente que faz parte que nos permitiu por este podcast pé, e eu como grande fã de podcasts, às vezes nem parece verdade que estou também a produzir este podcast. Mais um spoiler: eu priorizei sempre a gravação do podcast e a produção do podcast em todas as minhas outras tarefas excetuando, claro, a família está primeiro lugar… Mas logo a seguir vem o Eduquê. Por isso, até 2022! E esperamos continuar a contar convosco. Não deixem de nos contactar com sugestões! Obrigado.
ANDRESSA PELLANDA: Esse foi o podcast Eduquê em 2021, fique conosco também em 2022. Boas festas! Se você tem comentários, sugestões, críticas, conversas… Fale conosco no comunicacao@campanhaeducacao.org.br . Vamos conversar e construir esse podcast juntas e juntos!
RUI DA SILVA: Juntos você pode saber das nossas novidades seguindo a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e oferecer nas redes sociais a transcrição deste episódios, que está disponível no site da Campanha e traduzida para inglês no site do podcast internacional FreshEd, em freshedpodcast.com
ANDRESSA PELLANDA: As opiniões expressas pelo programa correspondem apenas às dos apresentadores e entrevistados – e não necessariamente representam posições institucionais de FreshEd e Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
RUI DA SILVA: Se você gostou do Eduquê, por favor faça a sua avaliação! Marque as 5 estrelinhas para o Eduquê na sua plataforma de podcast favorita. Isso nos ajuda muito, mesmo.
ANDRESSA PELLANDA: O Eduquê tem produção executiva de Renan Simão e Will Brehm. Mariana Casellato, José Leite Neto e Rui da Silva são produtores. A música original do Eduquê é de Joseph Minadeo, do Patternbased Music.
RUI DA SILVA: O Eduquê é financiado pelo Instituto de Educação da University College London, pela NORRAG – que é a rede de políticas internacionais e cooperação em educação e treinamento – e por ouvintes como você.
ANDRESSA PELLANDA: Faça a sua colaboração em freshedpodcast.com/donate ou em direitoaeducacao.colabore.org. Obrigada pela atenção.
Aqui quem fala é Andressa Pellanda, coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, do Brasil.
RUI DA SILVA: E Rui da Silva, pesquisador e presidente da Direção do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, de Portugal. Estaremos de volta no ano que vem!
ANDRESSA PELLANDA: Até 2022 e fora Bolsonaro!
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